jiz中国zz

Estamos inativos


Por motivo de doen?a (AVC - 12/08/14), estamos permanentemente inativos. Esperamos contar com sua compreens?o e agradecer pela companhia daqueles que nos deram a honra de suas visitas. Que a paz de Deus esteja sempre conosco. Assim seja!
Leia Mais ?

Ditados & Express?es Populares–parte 3

Fonte: http://ressurreicao.com/index.php?option=com_content&view=article&id=31:ditados-populares&Itemid=97

imageCOM A CORDA TODA - Ficar agitado, frenético. Antigamente, os brinquedos que possuíam movimento eram acionados torcendo um mecanismo em forma de mola ou um elástico, que ao ser distendido, fazia o brinquedo se mexer. Ambos os mecanismos eram chamados de “corda”. Logo, quando se dava “corda” totalmente num brinquedo, ele movia-se de forma mais agitada e frenética.

jiz中国zzjiz中国zz Um sujeito da pá virada pode tanto ser um aventureiro corajoso como um vadio. Mas sua origem tem rela??o com o instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada para o solo, está inútil, abandonada pelo homem vagabundo, irresponsável, parasita. Hoje em dia, o sujeito da "pá virada" tem outro sentido. Ele é O "bom". O significado das express?es mudam muito no Brasil, com o passar do tempo. E aqui está um exemplo.

jiz中国zzCOM O REI NA BARRIGA - Em nossos dias refere-se a uma pessoa que dá muita import?ncia a si mesma. A express?o provém do tempo da monarquia em que as rainhas, quando grávidas do soberano, passavam a ser tratadas com deferência especial, pois iriam aumentar a prole real e, por vezes, dar herdeiros ao trono, mesmo quando bastardos.

Comer e co?ar é só come?ar.

Comeu a carne, lamba os ossos.

Conforme se toca assim se dan?a.

CONTO DO VIG?RIO - Duas igrejas de Ouro Preto receberam, como presente, uma única imagem de determinada santa, e, para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários apelaram à decis?o de um burrico. Colocaram-no entre as duas paróquias e esperaram o animalzinho caminhar até uma delas. A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E o burrico caminhou direto para uma delas... Só que, mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burrico, e conto do vigário passou a ser sin?nimo de falcatrua e malandragem.

Contra fatos n?o há argumentos.

DA COR DE BURRO QUANDO FOGE – A frase original era “Corra do burro quando ele foge”. Tem sentido porque, o burro enraivecido, é muito perigoso. A tradi??o oral foi modificando a frase e “corra” acabou virando “cor”.
DAR COM OS BURROS N`?GUA - A express?o surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produ??o de ouro, cacau e café, precisavam ir da regi?o Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regi?es alagadas, onde alguns dos burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado para se referir a alguém que faz um grande esfor?o para conseguir algum feito e n?o consegue ter sucesso naquilo.

De boas inten??es o inferno está cheio.

DE CABO A RABO - Significado: Total conhecedor. Conhecer algo do come?o ao fim. Histórico: Durante o período das grandes navega??es portuguesas, era comum se dizer total conhecedor de algo, quando se conhecia este algo de "cabo a rabah", ou seja, como de fato conhecer todo o continente africano, da Cidade do Cabo ao Sul, até a cidade de Rabah no Marrocos (rota de circula??o total da ?frica com destino às ?ndias).

De gra?a só relógio trabalha, e assim mesmo quer corda.

De gr?o em gr?o a galinha enche o papo.

De hora em hora as coisas melhora.

De médico, de sábio e de louco todos temos um pouco.

DE MEIA-TIGELA - Na linguagem popular, é coisa de pouco valor. A origem da express?o nos leva aos tempos da monarquia portuguesa. Nela, as pessoas que prestavam servi?o à Corte – camareiros, pajens, criados em geral – obedeciam a uma hierarquia, com obriga??es maiores ou menores, dependendo do posto de cada um. Alimentavam-se no próprio local de trabalho e recebiam quantidade de comida proporcional à import?ncia do servi?o prestado. Assim, alguns comiam em tigela inteira, outros em meia-tigela, critério definido pelo Livro da Cozinha del Rey e rigorosamente observado pelo funcionário do palácio, que supervisionava as iguarias que chegavam à mesa real – na verdade, o grande fiscal da comilan?a palaciana. Hoje, essa prática deixou de existir, mas ficou o sentido figurado da express?o, que continua designando coisas ou pessoas irrelevantes no seu meio social.

De noite todos os gatos s?o pardos.

Deixa estar para ver como é que fica.

DEIXAR AS BARBAS DE MOLHO - Na antiguidade e na Idade Média, a barba significava honra e poder. Ter a barba cortada por alguém representava uma grande humilha??o. Essa idéia chegou aos dias de hoje nessa express?o, que significa ficar de sobreaviso, acautelar-se, prevenir-se.

Deixa estar, jacaré, que a lagoa há de secar.

Depois da noiva casada n?o lhe faltam pretendentes.

Depois da tempestade vem a bonan?a.

Descansar, carregando pedra.

Desconfie de homem que n?o fala e de c?o que n?o late.

Desculpa de aleijado é muleta.

Desta vida nada se leva.

Deus ajuda a quem cedo madruga.

Deus escreve certo por linhas tortas.

Devagar que o Santo é de barro.

Devagar se vai longe.

Do jeito que se toca se dan?a.

Do mato que n?o se espera é que sai coelho.

DOR DE COTOVELO - A express?o, usada para se referir a alguém que sofreu uma decep??o amorosa, causando tristeza ou ciúmes, tem sua origem na figura de uma pessoa sentada em um bar, com os cotovelos em cima do balc?o enquanto toma uma bebida e lamenta a má sorte no amor. De tanto o apaixonado ficar com os cotovelos apoiados no balc?o, eles iriam doer. A partir daí que surgiu a express?o “dor-de-cotovelo”.
DOR DE VEADO – Sua origem era “dor desviada”, para designar uma dor fina na barriga, que muda de lugar.

Dos males o menor.

DOSE PARA ELEFANTE (OU PARA CAVALO, OU PARA LE?O) - Significa quantidade excessiva; demasiada. Essas variantes circulam com o mesmo significado e atendem às preferências individuais dos falantes. Sup?e-se que o cavalo, por ser forte; o elefante, por ser grande, e o le?o, por ser valente, necessitam de doses exageradas de remédio para que este possa produzir o efeito desejado. Com a amplia??o do sentido, dose para cavalo e suas variantes é o exagero na amplia??o de qualquer coisa desagradável, ou mesmo aquelas que só se tornam desagradáveis com o exagero.
DOURAR A P?LULA - Antigamente as farmácias embrulhavam as pílulas amargas em papel dourado para melhorar o aspecto do remedinho. A express?o dourar a pílula significa melhorar a aparência de algo ruim.

? caindo que se levanta.

? dando que se recebe.

? de verde que se torce o pepino.

? difícil agradar a Gregos e Troianos.

? melhor prevenir do que remediar.

? preciso ver para crer.

Leia Mais ?

Higr?metro e psicr?metro

Fonte: http://ciencia.hsw.uol.com.br/umidade-do-ar5.htm

Higr?metro e psicr?metro – o que s?o e para que servem

Todos os dias ouvimos falar, quando das previs?es de tempo, em temperatura, umidade relativa do ar, etc., porém n?o temos conhecimento suficientes para entender certas informa??es, como por exemplo, de que forma s?o obtidos tais dados, em que consistem e quais os aparelhos utilizados.

Há dois aparelhos básicos para medir a umidade do ar: o psicr?metro e o higr?metro.

image

Psicr?metro – (imagem acima) ? constituído por dois term?metros de mercúrio idênticos que s?o expostos ao ar: um com o bulbo descoberto (bulbo seco) e o outro coberto por gaze umedecida (bulbo úmido). A água quando evapora da gaze, resfria o bulbo, assim quanto mais seco estiver, mais água perde e mais resfria o bulbo. Através da diferen?a de temperatura pode-se calcular a umidade relativa do ar.

Higr?metro – ? antes de tudo, um instrumento de medi??o. Um Higrómetro ou Higr?metro, é um instrumento que serve para medir a umidade presente nos gases, mais especificamente na atmosfera. (Wikipédia)

? constituído por subst?ncias que por sua capacidade de absorver a umidade do ar podem ser empregadas para medi-la. Sais de lítio alteram sua resistência elétrica conforme a quantidade de água que absorvem, e esta pode ser medida com um amperímetro e assim obter valores convertidos em umidade relativa do ar.

Como é muito extensa a lista de modelos existentes, mostramos apenas alguns destes.

image

image

Medidores de umidade – termo higr?metros digitais

-------------------------------------

Term?metros que medem a temperatura e a umidade do ar

Fonte: http://www.escolakids.com/termometros-que-medem-a-temperatura-e-a-umidade-do-ar.htm

clip_image002[7]

O term?metro é muito útil para medir a temperatura do nosso corpo

Estes s?o bastante conhecidos de todos nós, mas merecem ser mencionados neste artigo.

A fim de medir a temperatura do ambiente ou a temperatura do corpo, utiliza-se o term?metro.

A temperatura do ar é o que nos faz sentir mais ou menos calor durante o dia. De manh?, tem-se uma temperatura mais baixa que vai aumentando ao longo do dia, e ao anoitecer a temperatura volta a cair. Nas cidades podemos ver term?metros que medem a temperatura durante o dia e durante a noite.

clip_image003
Term?metro utilizado para medir a temperatura na cidade

Existem outros tipos de term?metros. Alguns deles podem ser utilizados para medir a temperatura do nosso corpo: quando estamos doentes e temos a sensa??o de febre, podemos medir nossa temperatura corporal com um term?metro. Há vários tipos de term?metros, mas todos medem a temperatura corporal da mesma forma.

clip_image005

Term?metros usados para medir a temperatura corporal

Na Figura 1 podemos observar um term?metro de mercúrio. ? um term?metro clínico que possui mercúrio (metal líquido) em seu interior. Quando o term?metro é exposto a uma temperatura alta, o líquido em seu interior se expande, informando qual a temperatura daquele corpo. Muitas pessoas n?o gostam de utilizá-lo por ele ser de vidro e pelo fato de o mercúrio ser um metal tóxico. O contato direto com o mercúrio é prejudicial à saúde. Na Figura 2 observamos um term?metro digital que mede a temperatura corporal por meio de um sensor de medi??o que há em sua extremidade. Esse tipo de term?metro é mais caro do que os term?metros de mercúrio. Os dois term?metros s?o muito úteis quando a inten??o é medir a temperatura corporal.

A temperatura está intimamente ligada à umidade do ar, e as duas variam. O ar pode estar mais úmido ou mais seco. Quando o ar está muito seco, a umidade do ar está muito baixa e sentimos a garganta seca, inc?modo ao respirar, mal-estar e até dores de cabe?a. Quando o ar está mais úmido, a umidade está mais alta e podemos perceber nuvens no céu e um ar melhor de se respirar. Quando a umidade está mais alta, quer dizer que tem mais vapor de água presente na atmosfera e pode chover. Quando a umidade está baixa, quer dizer que há pouco vapor de água na atmosfera e o clima ficará sem chuvas, podendo, muitas vezes, haver queimadas em matas.

clip_image001

Diferen?as na temperatura e na umidade

Assim como alguns term?metros medem a umidade do ar, ela também pode ser medida por um aparelho que se chama higr?metro.

clip_image003[6]

Higr?metro utilizado para medir a umidade do ar

 

Paula Louredo

Graduada em Biologia

Leia Mais ?

Ditados e Express?es Populares–parte 2

Fonte: http://ressurreicao.com/index.php?option=com_content&view=article&id=31:ditados-populares&Itemid=97

BATATINHA QUANDO NASCE, ESPARRAMA PELO CH?O – Trata-se de um conhecido ditado popular. Mas sua origem era “batatinha quando nasce, espalha a rama pelo ch?o”.

BATER NA MADEIRA – Historicamente, a árvore a ser tocada era o carvalho, venerado por sua for?a, altura imponente e poderes sobrenaturais. O culto surgiu há cerca de 4 mil anos entre os gregos e depois entre algumas tribos indígenas da América. Eles observaram que o carvalho era freqüentemente atingido por raios e pressupuseram que a árvore fosse a moradia do deus-céu (índios) e deus dos rel?mpagos (gregos). E acreditavam que qualquer pensamento ou palavra de mau-agouro poderia ser neutralizada batendo-se na base do carvalho, pois a pessoa estaria se contatando com o deus e pedindo ajuda. Atualmente dá-se uma pequena batida em qualquer madeira para afastar um pensamento ou presságio ruim.

Beleza n?o p?e a mesa.

Besteira pouca é bobagem.

BICHO DE SETE CABE?AS - A express?o ficou popularmente conhecida, no entanto, por representar a atitude exagerada de alguém que, diante de uma dificuldade, coloca limites à realiza??o da tarefa, até mesmo por falta de disposi??o para enfrentá-la. Tem origem na mitologia grega, mais precisamente na lenda da Hidra de Lerna, monstro de sete cabe?as que, ao serem cortadas, renasciam. Matar este animal foi uma das doze proezas realizadas por Hércules.

Boi velho gosta de erva tenra.

Cachorro que late n?o morde.

Cachorro velho n?o aprende truque novo.

Cada macaco no seu galho.

Cada leit?o em sua teta.

Cada louco com sua mania.

Cada panela tem a sua tampa.

Cada qual com seu qual.

Cada um dá o que tem.

Cada um puxa a brasa para a sua sardinha.

Cada um sabe onde lhe aperta o sapato.

CAGADO E CUSPIDO ou CUSPIDO E ESCARRADO - Sua origem tem algumas varia??es. Uma delas é “calcado e esculpido” (que se calcou/comprimido). Uma outra é “em carrara esculpido”, onde carrara é um tipo de mármore usado para esculpir e que deixa as pe?as mais “bem feitas” que outros tipos de mármores usados. Há ainda uma outra variante para tal express?o: “encarnado e esculpido”, como se o rosto e o espírito de alguém estivessem entranhados no rosto ou no corpo de outra pessoa. Significa muita semelhan?a entre duas pessoas.
CAIR A FICHA - A express?o ainda é bastante popular, mas já n?o faz sentido, pela simples raz?o de que n?o se usa mais ficha para falar em telefone público. Agora é cart?o. Desde 1930, os telefones públicos funcionavam com moedas de 400 réis. Veio a infla??o, e galopante, o que fez com que, a partir dos anos 70, o governo preferisse a utiliza??o de fichas. Só com elas seria possível acionar os chamados orelh?es, equipamento urbano muito conhecido nas cidades brasileiras. Esse tipo de ficha só caía após ser completada a liga??o, o que fez nascer a express?o cair a ficha, ou seja, o momento em que conseguimos entender alguma coisa. As fichas desapareceram em 1992 e deram lugar aos cart?es, até hoje em vigor, mas a express?o continua sendo lugar comum em nosso quotidiano.

Caix?o n?o tem gaveta.

CALCANHAR DE AQUILES – Vem da mitologia. A m?e de Aquiles, Tétis, com o objetivo de tornar seu filho invulnerável, mergulhou-o, ainda bebê, num lago mágico, segurando o filho pelos calcanhares, que tendo ficado fora da água, foi a única parte de seu corpo a n?o se beneficiar com a magia. Páris feriu Aquiles, na Guerra de Tróia, justamente nesse calcanhar, matando-o. Portanto, o ponto fraco ou vulnerável de um indivíduo, por metáfora, é o calcanhar de Aquiles.
CANTO DO CISNE - Dizia-se antigamente que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. A express?o canto do cisne representa ent?o as últimas realiza??es de alguém.
CARA DE UM, FOCINHO DO OUTRO – A express?o original era “cara de um, cútis do outro” , para expressar semelhan?a entre duas pessoas.

Cara feia n?o é carabina cheia.

CASA DA M?E JOANA - Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a menoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro cuja proprietária se chamava Joana. Como, fora dali, esses homens mandavam e desmandavam no país, a express?o casa da m?e Joana ficou conhecida como sin?nimo de lugar em que ninguém manda.

Casa de ferreiro espeto de pau.

Casa onde entra o sol n?o entra o médico.

Cautela e caldo de galinha nunca fazem mal a ninguém.

Cavalo dado n?o se olha os dentes.

CH? DE CADEIRA – Tem a ver com atraso; com muito atraso. Historicamente, os nobres e fidalgos consideravam-se superiores às outras pessoas. Quando seus súditos queriam alguma audiência, eles eram acomodados em cadeiras e esperavam muito até serem atendidos, pois seus senhores atrasavam bastante para salientar o privilégio de poder fazê-lo. Os empregados, ent?o, serviam chá para essas pessoas, que “mofavam” nas salas de espera, como uma forma de amenizar os longos atrasos. Daí surgiu essa express?o.
CHATO DE GALOCHA – Significa pessoas muito chatas, resistente e insistente. A galocha era um tipo de cal?ado de borracha colocado por cima dos sapatos para refor?á-los e protegê-los da chuva e da lama. Por isso, há uma hipótese de que a express?o tenha vindo da habilidade de refor?ar o cal?ado. Ou seja, o chato de galocha seria um chato resistente e insistente.
CHEGAR DE M?OS ABANANDO - Os imigrantes, no século passado, deveriam trazer as ferramentas para o trabalho na terra. Aqueles que chegassem sem elas, ou seja, de m?os abanando, davam um indicativo de que n?o vinham dispostos ao trabalho árduo da terra virgem. Portanto, chegar de m?os abanando é n?o carregar nada. Ele chegou de m?os abanando ao aniversário, significa que n?o trouxe presente para o aniversariante, que terá de se satisfazer apenas com a presen?a do amigo.
CHORAR AS PITANGAS - O nome pitanga vem de pyrang, que, em tupi, significa vermelho. Portanto, a express?o se refere a alguém que chorou muito, até o olho ficar vermelho.

Cobra que n?o anda n?o engole sapo.

Coice de égua n?o machuca cavalo.

COLOCAR NO PREGO - A origem dessa express?o vem do fato de que nas antigas casas comerciais – tabernas, empórios, farmácias – existia um prego onde o comerciante espetava as contas de quem pedia para pagar depois. Quando o freguês retornava para quitar a dívida, o dono tirava os papéis do prego, somava os valores e cobrava. Colocar no prego é colocar no pendura, comprar fiado, pagar depois. Ainda hoje alguns comerciantes, que n?o gostam disso, exibem um cartaz bem visível que avisa: “Fiado só amanh?”.

COLOCAR PANOS QUENTES - Favorecer ou acobertar coisa errada feita por outro. Em termos terapêuticos, colocar panos quentes é uma receita, embora paliativa, prescrita pela medicina popular desde tempos remotos. Recomenda-se sobretudo nos estados febris, pois a temperatura muito elevada pode levar a convuls?es e a problemas daí decorrentes. Nesses casos, compressas de panos encharcados com água quente s?o um santo remédio. A sudorese resultante faz baixar a febre.

Leia Mais ?